Segundo o site Metrópoles, a ação movida pela influenciadora e ex-BBB Ana Paula Renault contra a plataforma X, antigo Twitter, ganhou novos desdobramentos na Justiça. O processo teve início em agosto de 2026, motivado por publicações de teor ofensivo direcionadas ao pai da apresentadora, Gerard Renault, falecido em abril do mesmo ano, além do vazamento não autorizado de uma foto de caráter íntimo e sexual através da conta registrada como @rafaelmvbj.
A plataforma X manifestou-se nos autos do processo informando que a referida conta foi suspensa por descumprimento das diretrizes e regras internas da rede social. A empresa apresentou em juízo os relatórios contendo registros de acesso e endereços de IP vinculados ao perfil, declarando, contudo, que não detém os dados cadastrais diretos capazes de identificar a qualificação civil do responsável. Diante disso, a defesa de Ana Paula Renault solicitou à Justiça a expedição de ofícios aos provedores de conexão de internet para obter o nome completo e o número do CPF do utilizador da conta.
A petição inicial destaca que o perfil em questão era utilizado de forma exclusiva para realizar perseguicões, propagar ofensas e atribuir declarações inverídicas à ex-sister, acusando-a de abandono familiar e uso de substâncias ilícitas. A Justiça já havia deferido anteriormente pedido de liminar determinando o bloqueio do perfil e a entrega dos dados de tráfego. No pedido principal da causa, Ana Paula Renault pleiteia a exclusão definitiva da conta na rede social e a condenação do responsável ao pagamento de R$ 20 mil a título de indenização por danos morais.
Fonte: Metrópoles





