a ex-atleta Hortência analisou de forma contundente os motivos que culminaram na eliminação da Seleção Brasileira de futebol masculino da Copa do Mundo de 2026. A manifestação ocorreu durante a participação da ex-jogadora de basquete no programa televisivo Fica Com a Gente, apresentado pelo comunicador Edu Guedes. Na avaliação da comentarista, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) necessita urgentemente passar por um processo profundo de reestruturação em seus quadros administrativos.
Durante o debate, Hortência evitou atribuir a culpa pelo insucesso aos jogadores que integraram o elenco dentro de campo, concentrando suas observações no modelo gerencial adotado pela entidade máxima do esporte nacional. A Seleção Brasileira encerrou sua participação no torneio mundial de futebol após sofrer uma derrota por 2 a 1 contra a equipe da Noruega, em confronto válido pelas oitavas de final da competição. O resultado negativo resultou na 11ª colocação geral do time no torneio, igualando o pior desempenho da história recente da equipe nos últimos sessenta anos, comparável apenas à campanha do ano de 1966.
A ex-jogadora argumentou de forma enfática que o longo período de vinte e quatro anos sem a conquista de um título mundial de futebol evidencia falhas graves de planejamento. A análise reforçou a necessidade de afastar disputas e interesses de caráter político de dentro das decisões técnicas e administrativas da CBF. Ela questionou o declínio do esporte no país amplamente conhecido pela alcunha de país do futebol.
Hortência também traçou um paralelo conceitual com as diferentes escolas táticas existentes no basquete mundial para criticar a postura da comissão técnica brasileira. Segundo suas declarações, a Seleção não deve tentar mimetizar os padrões e o estilo de jogo praticados pelas equipes do continente europeu. A profissional defendeu que o grupo de atletas deve resgatar e preservar suas características de jogo essencialmente sul-americanas, respeitando a identidade cultural e a criatividade nativa dos jogadores em vez de forçar uma adaptação rígida a modelos importados do exterior.





