Segundo o site RD1, o universo das transmissões e do jornalismo esportivo foi chocado com a revelação de um processo judicial de altíssima gravidade movido contra o Canal Goat. A repórter e comentarista Hanna Tenda, profissional que foi desligada dos quadros de colaboradores da empresa recentemente, ingressou com uma ação na Justiça de reparação cível contra o fundador e principal dirigente da referida plataforma de streaming.
A peça jurídica protocolada pela defesa da jornalista detalha minuciosamente uma série de episódios configurados como suposto assédio sexual e assédio moral continuados, os quais teriam ocorrido sistematicamente durante o período de prestação de serviços da profissional no veículo de comunicação. O relato apresentado pela repórter causou profunda consternação nos bastidores da mídia devido ao teor das acusações relatadas.
Em decorrência das graves violações aos seus direitos trabalhistas e da violação à sua dignidade pessoal no ambiente corporativo, Hanna Tenda pleiteia formalmente em juízo o recebimento de uma indenização financeira robusta por danos morais e materiais. O caso ganhou repercussão imediata nos principais veículos de imprensa do país, lançando holofotes sobre as relações de poder e as condições de trabalho de mulheres no jornalismo esportivo.
Por outro lado, a equipe de assessoria de imprensa e a banca de defesa técnica que representa o executivo e o Canal Goat se manifestaram a respeito da instauração do processo judicial. Os representantes legais negaram de forma veemente a procedência de todas as acusações listadas na denúncia da ex-funcionária, asseverando a inocência do fundador e afirmando que as provas contrárias serão devidamente apresentadas nos autos processuais.
O Canal Goat havia completado recentemente um ano de operações no mercado brasileiro, período no qual celebrou contratos de grande impacto para a transmissão de competições de prestígio internacional, como a Bundesliga alemã, a Liga Saudita de futebol e o campeonato de artes marciais UFC. A denúncia de Hanna Tenda interrompe o clima festivo da empresa e impõe um debate urgente sobre ética e segurança de gênero nos canais digitais.
Fonte: RD1





