Segundo o site Metrópoles, Ricardo de Freitas Nascimento, conhecido no ambiente público pelo apelido de Duda, revelou com exclusividade em entrevista à colunista Fábia Oliveira que foi alvo de uma proposta financeira milionária para produzir material de entretenimento adulto na internet. O convite formal partiu de plataformas digitais de monetização de conteúdo e exigia como condição obrigatória uma colaboração em conjunto (“collab”) com o seu ex-namorado, Cristian Cravinhos. Cristian cumpre pena em regime fechado após sua condenação histórica pelo assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane von Richthofen, ocorrido no ano de 2002.
Durante a conversa reveladora com a imprensa, Ricardo Duda explicou os motivos comerciais que o levaram a ingressar profissionalmente no mercado de venda de conteúdos explícitos na internet, destacando que seu perfil gerou interesse não apenas do público gay tradicional, mas também aguçou intensamente a curiosidade de uma grande base de mulheres. Sabendo do apelo financeiro e comercial que o antigo relacionamento polêmico possui na mídia nacional, os investidores ofereceram uma quantia vultosa para viabilizar as gravações, o que levou Duda a tentar restabelecer contato com o ex-companheiro.
Ricardo detalhou que tentou por diversas vezes enviar mensagens e propostas financeiras diretas para Cristian Cravinhos, utilizando inclusive pessoas intermediárias de confiança que possuem acesso ao presídio paulista de Tremembé, onde o romance entre os dois nasceu no passado. Apesar da insistência e de frisar que a parceria renderia um retorno financeiro significativo para ambos, Duda afirmou que todas as suas tentativas foram sumariamente ignoradas e que ele não obteve qualquer tipo de resposta ou retorno por parte de Cravinhos. Duda relembrou ainda os detalhes passionais de quando esteve preso em Tremembé, revelando que traiu seu então marido na época para se entregar à paixão fulminante por Cristian, em um relacionamento que chegou ao conhecimento de sua própria mãe e das autoridades internas da detenção.
Fonte: Metrópoles




